Um bairro problemático em Loures, que junta populações desfavorecidas (ou não).
Vou pegar no “ou não”. Muito me salta à cabeça, mas vou-me ficar apenas por um GRANDE BODA!
É claro que existem residentes deste bairro (e de outros bairros sociais financiados pelo meu bolso) que necessitam de ajuda, mas o que é certo, é que assisto a uma injustiça do tamanho do mundo. Não é que gente com bons membros para trabalhar se recusam veementemente a arranjar um trabalho para se poderem sustentar, e contribuir para a nossa economia cumprindo as suas obrigações fiscais, perferem viver dos apoios do estado?! E AINDA RECLAMAM!!
No caso dos moradores que vivem na Quinta da Fonte, têm melhores apartamentos do que aquele que estou a comprar! Eventualmente, têm carros melhores e mais recentes que o meu, têm televisores e equipamentos Hi-Fi que eu não tenho, nem espero ter num futuro próximo…
Meus amigos, a solidariedade tem que ter limites…
A comunidade cigana tem uma história muito longa, têm principios nómadas, por isso a escolha de muitos ainda viverem em acampamentos ciganos.
A comunidade Angolana/Cabo-Verdiana, vêm para Portugal com uma mão à frente e outra atrás, de países onde ter uma barraca é (quase) um luxo, como será óbvio, irão procurar morar em barracas. E mesmo quando têm meios para isso, não procuram melhorar as suas condições de vida!
Depois aparecem uns governadores que querem tentar diminuir a desigualdade dando meios para as familias destas comunidades se integrarem na sociedade, mas o que é certo é que a educação e a cultura não é a mesma que a nossa. E isso não é obrigatóriamente mau, apenas é diferente.
A mim custa-me ver este tipo de notícias na televisão, ver casas a serem “oferecidas” a familias “carenciadas”, e depois ler acerca de casos de pessoas (ditas) normais que se esfolam todos os dias a trabalhar, muitas vezes em condições precárias, a fazer os seus descontos obrigatórios e como têm o rendimento mínimo para qualquer coisa (sim porque todas as medidas de apoio são baseados nos descontos que se fazem), já não têm direito a apoios…
Para mim, estes últimos, seriam os que mais deveriam ter direitos! Os que se esforçam por melhorar!